Moradores dizem que assaltos são constantes; PM alega que houve redução nos roubos a casas

Um vigilante a cada quarteirão, cercas elétricas, alarmes e câmeras de vigilância traduzem a insegurança que invadiu o bairro Belvedere, localizado na região Centro-Sul de Belo Horizonte e considerado um dos mais nobres da capital. Em média, oito casas são alvo de roubos e arrombamentos por mês, de acordo com o presidente da Associação dos Moradores do Bairro Belvedere (AMBB), Ricardo Jeha. 

E um assalto a uma casa no fim da noite de anteontem engordou esse levantamento. De acordo com a Polícia Militar, três homens, um deles armado, renderam um rapaz enquanto ele abria a garagem de casa e anunciaram o assalto. Eles entraram na residência, renderam outras sete pessoas que lá estavam e as trancaram em um quarto. O trio roubou aparelhos eletrônicos, cartões de banco, talões de cheque, documentos e fugiu em um Honda Fit da família.

O comandante da 124ª Cia. da Polícia Militar, responsável pelo patrulhamento na região, major Marco Antônio Espósito, não informou dados estatísticos sobre a criminalidade no bairro e nas adjacências. No entanto, um policial civil ligado às investigações de assaltos e roubos na área revelou que, nos últimos seis meses, pelo menos 30 casas foram roubadas nos bairros Belvedere, Cidade Jardim, São Bento e Santa Lúcia. 

Major Espósito classificou o assalto ocorrido anteontem como um caso isolado e alega que houve redução na quantidade de assaltos e roubos a casas na região, apesar de se negar a informar números que comprovem a redução. 

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