Capitão da PM suspeito de matar advogada em Ouro Preto tem pedido de habeas corpus negado.





O capitão da Polícia Militar de Minas Gerais, suspeito de participação no assassinato de uma advogada e do marido dela no distrito de Cachoeira do Campo, em Ouro Preto, na região Central do estado, teve o pedido de habeas corpus negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler.
O policial teve prisão temporária decretada a pedido do Ministério Público de Minas Gerais. Uma liminar de habeas corpus já havia sido negada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. O ministro Ari Pargendler negou a liminar, seguindo a Súmula 691 do Supremo Tribunal Federal, que impede a impetração de habeas corpus contra liminar negada em habeas corpus anterior. O mérito do pedido será julgado pela Sexta Turma. O relator é o ministro Sebastião Reis Júnior.
A advogada e o marido dela foram encontrados mortos por um amigo da família, em dezembro do ano passado. Os corpos estavam em estado de decomposição, com marcas de tiros. O duplo assassinato teria sido motivado por disputa de terras na região.
Segundo a polícia, além do capitão, outros dois policiais e mais duas pessoas foram presos suspeitos de envolvimento com o crime. As prisões ocorreram após textos e gravações serem apreendidos na residência das vítimas. Os documentos informavam que a advogada vinha sendo ameaçada e que, caso algo acontecesse a ela, a responsabilidade seria dos indivíduos que foram detidos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários deixados no site são de inteira responsabilidade de quem escreve e as publica. Isentando assim de responsabilidade o autor/editor do site. Portanto, tenha responsabilidade com seu comentário!