Itabiranos se mobilizam contra a liberação da maconha no Brasil


CONHEÇA O PROJETO
1.      IDENTIFICAÇÃO:

Nome do projeto: Minha cidade é contra a liberação da maconha
Instituição proponente 1: Speedy Fox
CNPJ:08.625.960/0001-59
Instituição proponente 2: Grupo Escoteiro Padre Olímpio
CNPJ:20.988.366/0001-28
Responsável pela Instituição Proponente 1:
Nome: Wendel Divino da Cruz
Responsável pela Instituição Proponente 2:
Nome: Giovani Barbosa Rodrigues de Freitas
Responsável pelo Projeto:
Nome: Adilson de Sá
E-mail: desaninja@terra.com.br

(…) o líder do PT na Câmara afirmou que a prisão de pequenos traficantes contribui para engrossar as fileiras das organizações criminosas. “São mães de família que, sozinhas, têm que criar os filhos e passam a vender”, disse o deputado. “As prisões têm levado a organizar a violência contra a sociedade. Disse ainda que, se comer sanduíches do McDonald’s, “talvez o maior crime”, não é proibido, o governo não poderia impedir também o plantio de maconha. “Cabe ao Estado dizer que faz mal à saúde. Não existe crime de autolesão. “Se eu quero, eu posso usar, tenho direito como usuário. E isso o Estado não pode te negar.”
Segundo ele, a forma como o governo e, alguns juízes tratam as drogas é um tiro no pé: não garante a segurança nem a saúde dos usuários.
(…) Para o líder do PT, a proliferação do crack complicou a discussão sobre a maconha. “Ele não é o todo, ele é uma parte. É o resultado dessa política de cerco. Ele não pode interditar o debate sobre as demais drogas recreativas”.

O presente projeto “Marcha Contra a Liberação da Maconha” propõe agir na conscientização dos cidadãos a respeito dos prejuízos que ocorrerão no âmbito profissional, intelectual e fisiológico das pessoas e das consequências que trarão para a sociedade e os órgãos de segurança pública, em relação à criminalidade se entrar em vigor o Projeto de Lei para a Liberação da maconha.

São flores e folhas secas da planta CANNABIS SATIVA, também conhecida como Cânhamo verdadeiro. Os cigarros são chamados de: erva pacau, baseado, charão, fininho ou finório. Contém várias substâncias que têm efeitos cerebrais, a mais conhecida sendo o delta-9-tetrahidrocanabinol (D -9-THC,THC). Também contém o alcatrão. Outras preparações da CANNABIS são o haxixe, ganja e charas.

São mais de 60 substâncias que se encontram presentes na maconha, chamadas pelo nome genérico de canabióides. O tetrahidrocanabiol é a substância preponderante e o principal princípio ativo da maconha. Também é conhecido o delta 9 tetrahidrocanabiol.  






Quando um psicotrópico chega ao cérebro, estimula a liberação de uma dose extra de um neurotransmissor, provocando as sensações de prazer. À medida que o uso vai se prolongando, o organismo do usuário tenta se ajustar a esse hábito. O cérebro adapta seu próprio metabolismo para absorver os efeitos da droga. Cria-se, assim, uma tolerância ao tóxico. Desse modo, uma dose que normalmente faria um estrago enorme torna-se em pouco tempo inócua. O usuário procura a mesma sensação das doses anteriores e não encontra. Por isso, acontece um aumento gradativo da dose, a fim de obter o efeito inicial. A dependência vai assim se agravando continuamente. Como o psicotrópico imita a ação dos neurotransmissores, o cérebro deixa de produzi-los. A droga se integra ao funcionamento normal do órgão. E quando falta o “impostor” químico, o sistema nervoso fica abalado, sendo, popularmente conhecida como a síndrome da abstinência.


2.5 EFEITOS A CURTO PRAZO

Os efeitos de curto prazo da maconha incluem problemas de memória e aprendizado, percepção distorcida (visões, sons, tempo, toque), problemas com raciocínio, resolução de problemas, aumento de apetite, perda da coordenação motora, paranóia, sonolência, tremores, diminuição da pressão arterial, vermelhidão nos olhos, reflexos lentos, aumento de batimentos cardíacos, e ansiedade. Esses efeitos são ainda maiores quando outras drogas são misturadas com a maconha. O usuário também pode ter sensação de secura na boca e garganta.

2.6 EFEITOS A LONGO PRAZO

A fumaça da maconha possui algumas das mesmas substâncias causadoras de câncer que o tabaco, algumas vezes em concentrações maiores. Estudos mostram que alguém que fume cinco baseados por semana possa estar ingerindo o mesmo tanto de químicos carcinógenos que alguém que fume um maço inteiro de cigarros por dia. O uso prolongado da droga também pode aumentar o risco de infecções pulmonares e problemas respiratórios em geral. Além de problemas de memória.

É de grande importância que as pessoas saibam que poderão ter sérios problemas se for liberado por lei o uso da maconha, como por exemplo, transtornos decorrentes do uso de drogas; aumento de dependentes químicos; aumento dos índices de criminalidade e violência; culminando em uma sensação de insegurança por grande parte da sociedade.
Mobilizar a sociedade contra a aprovação do Projeto de Lei que versa sobre a liberação da maconha.
Abranger um grande número de cidadãos, estudantes, profissionais, formando uma consciência coletiva.
Serão realizadas visitas pela equipe do Proerd e da Patrulha escolar nas escolas, empresas, entidades e principais meios de comunicação da cidade de Itabira e do Estado de Minas Gerais, onde serão entregues cartazes e panfletos com as informações a respeito da 1ª Marcha contra a Liberação da Maconha, com o intuito de convidar as pessoas a participarem do evento.
As escolas, empresas e entidades que participarem poderá confeccionar faixas com frases sobre o tema proposto.
A 1ª Marcha contra a Liberação da Maconha está prevista para ocorrer no dia 28/08/2012, às 08h30min, na cidade de Itabira.
A Marcha iníciará em frente à Prefeitura Municipal de Itabira, passando pela Praça Acrísio, seguindo pela Avenida João Pinheiro e terminará ao lado do Terminal Rodoviário de Itabira.
O evento terá apoio da Polícia Militar para a segurança dos participantes e da Transita para o controle do tráfego de veículos.
7        DESPESAS:
Para a realização do evento serão necessários os seguintes materiais:
- faixas,
- cartazes,
- panfletos;
- água,
- apitos,
- materiais diversos para a caracterização.

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