Rato em pipoca gera indenização por dano moral de R$ 10 mil em Ipatinga


A Justiça determinou que a Distribuidora Acauã Comércio e Indústria de Produtos Alimentícios Ltda a indenizar por dano moral uma família que encontrou um rato desidratado em um pacote de pipocas doce. O valor estipulado do reparo é de R$ 10 mil. O caso aconteceu em Ipatinga, no Vale do Rio Doce e a decisão é da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerias (TJMG) e não cabe recurso.
A dona de casa relatou à Justiça que seu filho ganhou, como lembrancinha de uma festa de aniversário na escola, um pacote de pipocas doces da marca Plinc, fabricada pela Acauã, em 27 de maio de 2009. No dia seguinte, ao abrir o pacote, a criança comeu algumas pipocas. A mãe, vendo o pacote aberto, começou a ingerir o alimento, mas notou um corpo estranho na embalagem e verificou que se tratava de um rato morto. “Eu não podia acreditar que fosse uma coisa tão asquerosa”, disse.
A mulher afirma que o incidente causou-lhe “nojo, ânsia de vômito, repugnância, perplexidade e angústia” e que ela temeu pela saúde do filho. Indignada, V. entrou em contato com o Procon e com o proprietário da Acauã. Segundo a consumidora, a empresa se limitou a pedir desculpas e a justificar a presença do rato declarando que ele teria vindo com os grãos de milho. Sustentando que a empresa comercializou produto impróprio para consumo, a dona de casa pediu, em julho de 2009, indenização pelos danos morais.

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