Aglomerado da Serra é alvo diário de operações da Polícia Militar


Desde o dia 26 de novembro do ano passado, a rotina dos moradores do Aglomerado da Serra, região Sul de Belo Horizonte, nunca mais voltou ao normal. Naquele dia, logo após a execução do pedreiro Helenilson Eustáquio da Silva Souza, de 24 anos, morto com um tiro na nuca disparado por um sargento do Grupo Especializado em Área de Risco (Gepar), os moradores ficaram revoltados.

Na mesma noite, dois ônibus e um automóvel foram incendiados. A interrupção de serviços essenciais, como transporte público e entrega de mercadorias transformou o aglomerado num barril de pólvora e obrigou o Batalhão de Policiamento de Eventos – grupo de elite da Polícia Militar – a traçar um “plano de pacificação” no Aglomerado da Serra.

Desde então, todos os dias os militares se reúnem em um local isolado, onde traçam a estratégia de incursão no aglomerado e decidem quais vias e becos serão vasculhados.

Eventualmente, os militares cumprem mandados de busca e apreensão ou de prisão.

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