Dois mortos dentro de bar em Açucena


Jair Rodrigues
AÇUCENA – O comerciante Jair Rodrigues Ferreira, 45, e seu irmão, o carpinteiro Derci Rodrigues Ferreira, 40, foram assassinados durante a madrugada do último dia 30, na localidade conhecida como Córrego do Peixe, a 21 quilômetros de Açucena. O acusado de ter matado os dois homens é o armador Ângelo Aquino da Silva, 32, conhecido como “Crioulo”, que fugiu em seguida.Jair, que era proprietário de um bar na região em que acabou morto, atendia clientes no balcão do seu estabelecimento, momento em que Derci e Crioulo discutiam no interior do imóvel comercial.
Derci Rodrigues
Em seguida, Jair notou que o homem que discutia com seu irmão portava uma arma de fogo. Segundos depois, o comerciante se aproximou de Crioulo e o empurrou. Diante do fato, Derci recebeu um tiro no tórax e saiu correndo do bar. Nesse instante, o acusado ainda atirou contra Jair, que foi atingido na cabeça.
Logo depois, Crioulo correu em direção a Derci, que, ferido, caiu próximo ao estabelecimento de seu irmão, onde receberia, segundos depois, um último tiro, que o atingiu na testa.
Angelo Aquino
Populares tentaram socorrer Jair em uma caminhonete Fiat Strada de sua propriedade, no entanto, os moradores perceberam que o comerciante, assim como Derci, já não apresentava mais sinais de vida, vindo a morrer na carroceria de seu veículo.
O perito José Batista realizou os trabalhos de praxe no local do crime e encontrou um projétil calibre 38, que transfixou o tórax e saiu pelas costas do carpinteiro.
A Polícia foi informada de que Crioulo fugiu com a ajuda de seu irmão em uma motocicleta Honda CG, de cor preta, placa HIF-7361, que acabou sendo localizada horas depois pela PM.
Após morar e trabalhar nos Estados Unidos por vários anos, Jair Rodrigues Ferreira retornou ao Brasil e adquiriu o estabelecimento comercial em Córrego do Peixe, local em que foi assassinado.
Morador de Itabira, onde trabalhava, Derci Rodrigues Ferreira passava as festividades de fim ano ao lado da família, em Açucena.
Testemunhas relataram à PM que Derci e o assassino discutiam no bar por causa de uma mesma mulher, que estaria se envolvendo amorosamente com o irmão do proprietário do estabelecimento, fato que desagravada a Crioulo, possivelmente inconformado com o fim de sua relação amorosa com a namorada do carpinteiro. Até o fechamento desta edição, o assassino dos dois irmãos ainda não havia sido localizado.

 
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