Jovem é morto em festa de aniversário

ALEX É SUSPEITO DE SER O MANDANTE DO HOMICÍDIO DE JEFFERSON, E SUA MORTE TRATADA COMO UM ATO DE VINGANÇA


AKR e Reprodução

Mesmo baleado, Alex (reprodução) tentou fugir, mas caiu a cerca de 50 metros da chácara
SANTANA DO PARAÍSO – Uma festa de final de semana terminou com um assassinato no domingo (17). Após dois dias de festejos, três indivíduos armados invadiram uma casa e atiraram contra Alex Ferreira da Silva (27), que morreu após tentar fugir, a cerca de 50 metros da casa. A suspeita é que a execução foi obra de uma gangue rival a de Alex, a gangue do Jeferson dos Santos Torres (21), assassinado no último dia quatro no Centro do Paraíso.

Quando a polícia chegou ao local, após uma chamada via 190, encontrou o corpo de Alex caído próximo a uma cerca de tela as margens da rua Flamboyante, nas Chácaras Paraíso. Uma testemunha disse que Alex estava hospedado em uma chácara próxima, e que ouviu disparos nas proximidades. Ele se dirigiu para verificar, e avistou três indivíduos correndo sentido o centro da cidade. Pouco depois, uma nova ligação informou que três indivíduos armados abordaram outra vítima, em uma rua próxima a chácara. Eles usavam boné e short estampados, e ambos eram morenos escuros, de estatura mediana.

A festa
Alex estava em uma festa de uma senhora, moradora do bairro Iguaçu, que teria alugado a chácara para festejar com a família o aniversário de um filho. Ele havia sido convidado por um dos seus amigos. Ele foi de carona para o evento no sábado (16), onde permaneceu até a noite. Ele retornou para a sua casa, em Santana do Paraíso, e no domingo pela manhã ligou novamente para seu amigo, que lhe deu outra carona.
O muro da parte de trás da chácara, que fica junto a um matagal, estava quebrado, e é por lá que cerca de três indivíduos entraram por volta das 15h40. Passando pelo beco atrás da casa, avistaram Alex deitado em um cômodo e deram, inicialmente, dois disparos. A vítima foi atingida por um, mas correu. Saindo para a área externa da casa, próximo a uma mesa de sinuca sangrando. Lá os autores o encontraram novamente e continuaram a atirar. Ele conseguiu abrir o portão da casa e descer a rua Flamboyante, sendo perseguidos a tiros. Ele caiu há cerca de 50 metros da casa, onde a polícia o encontrou. A perícia verificou 15 perfurações no corpo da vítima, distribuídas no tórax e na cabeça. Com a vítima foi encontrado um revólver calibre 38.
Uma das testemunhas disse que, durante todo o final de semana, Alex brincou de sinuca e se divertiu, e nenhum deles percebeu que ele estava com uma arma, calibre .38 na cintura. Outra testemunha disse que este crime foi uma ‘fita dada’, uma execução.
Na casa da vítima, sua mãe confirmou a versão, de que ele teria recebido uma carona para a festa no sábado, por volta das 19h, e teria retornado às 21h. No domingo ele recebeu nova carona para a chácara.

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