Morte de repórter e a revolta da população

“Não existe crime perfeito", diz irmão, cabo da PM
Janete Araújo 

Os irmãos de Rodrigo Neto, Emerson Rodrigues Faria, cabo da PM, e Lílian Rodrigues Faria, clamam por justiça após o enterro
Rodrigo Neto era o filho do meio de uma família de cinco irmãos, constituída de três mulheres e dois homens. A família veio de Caratinga, onde o pai trabalhou numa empresa de ônibus até se aposentar. Há mais de 20 anos eles se estabeleceram em Ipatinga, com residência no bairro Cidade Nobre. 


Um dos irmãos mais velhos de Rodrigo, Emerson Rodrigues Faria, cabo da PM, falou ao jornal VALE DO AÇO, ao lado da irmã Lílian, a caçula.  Eles pediam justiça. “Quem morreu foi uma pessoa que só fez o bem. Só falava a verdade. Não existe crime perfeito, existe crime mal solucionado. Voltar ele não vai, mas a justiça sendo feita vai confortar um pouco a família, que neste momento está inconsolável”, disse Emerson. 


Indagado se Rodrigo comentou com ele que estava sendo ameaçado, Emerson disse que o repórter era reservado e sempre preservava a família: “Com certeza, se soubéssemos tomaríamos providências. Não deixaríamos chegar a esse ponto”, afirmou. 


ílian completou: “Não deixem esse crime impune, porque ele não deixaria. A perda foi muito grande para nós”, destacou a irmã.


Ao final de sua fala, os irmãos fizeram um apelo: quem souber de qualquer informação que possa ajudar a solucionar o assassinato, que entre em contato com o jornal VALE DO AÇO, Rádio Vanguarda ou pelo Disque-denúncia anônimo 181. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários deixados no site são de inteira responsabilidade de quem escreve e as publica. Isentando assim de responsabilidade o autor/editor do site. Portanto, tenha responsabilidade com seu comentário!