"Bola" é condenado a 22 anos por executar Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno

Acusado chora

Culpado. Os jurados decidiram que foi o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o "Bola", que executou a modelo Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes de Souza. Pela condenação, a juíza Marixa Fabiane Lopes determinou pena de 22 anos. Além desse crime, ele é acusado, também, de integrar um grupo de extermínio composto por policiais civis e é investigado por pelo menos outros dois homicídios. Em novembro de 2012, ele foi absolvido da morte de um carcereiro.
Pelo assassinato de Eliza Samudio, "Bola" foi sentenciado a 19 anos de prisão em regime fechado. Além do homicídio, o Conselho de Sentença, formado por quatro homens e três mulheres, definiu que o ex-policial ocultou o cadáver da vítima. Pelo crime, ele foi condenado a três anos de prisão em regime aberto e, também, a 360 dias/multa ou ao pagamento de R$ 6.120. Ele não poderá recorrer da sentença em liberdade. Os jurados conderam o réu por 4 a 0 na autoria dos crimes e qualificadoras de asfixia e 4 a 1 na defesa da vítima.
 
Ao contrário do goleiro Bruno, e de Luiz Henrique Romão, o "Macarrão", que confessaram parcialmente participação no assassinato, Marcos Aparecido alegou inocência. "Se eu morresse acabaria esse martírio", chegou a declarar.
 
Não adiantou fantoche, ajoelhar mediante aos jurados, apelar para xingamentos e reportagens, a defesa não conseguiu convencer os jurados da inocência de "Bola". O promotor Henry Vasconcelos, com sua atuação efusiva e eloquente, foi mais afirmativo e categórico ao chamar o réu de "matador, assassino de aluguel, psicopata, profissional na arte de matar".

HD

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