Direitos Humanos diz que Polícia Civil foi negligente em relação ao assassinato de fotógrafo

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Durval Ângelo disse, nesta quarta-feira (17), que a Polícia Civil, que investiga a morte do repórter Rodrigo Neto, agiu de forma negligênte por não oferecer proteção ao fotógrafo Walgney Assis Carvalho, assassinado no domingo (14).
De acordo com Durval, a informação sobre os riscos que o fotógrafo corria foi levada ao conhecimento da Polícia Civil, quando a ministra de Diretos Humanos, Maria do Rosário, esteve em Ipatinga. “Numa reunião a portas fechadas com a ministra, os representantes da Polícia Civil de Belo Horizonte e a Corregedoria, eu informei a eles sobre a denúncia anônima que eu havia recebido, dizendo que Carvalho tinha a informação de quem matou Rodrigo”, informou.

Nesse dia, o presidente ainda teria pedido a Polícia Civil que interceptasse o aparelho celular de Carvalho para dar proteção ao fotógrafo, mas nada teria sido feito a respeito disso.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil de Minas Gerais informou que o fotógrafo, em depoimento, negou envolvimento na execução de Rodrigo Neto e afirmou desconhecer seus assassinos. E que, por não se sentir ameaçado, dispensou proteção da polícia.

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