Ministério da Saúde cobra ação da Prefeitura de Belo Horizonte contra o crack na cidade

Das metas acordadas com a União, município cumpriu apenas uma (Beto Magalhães/EM/D.A Press - 16/7/12)Em matéria publicada pelo Estado de Minas, o secretário municipal de Saúde, Marcelo Teixeira, afirmou que a verba repassada gira em torno de R$ 75 mil mensais, o equivalente a 29% dos R$ 260 mil necessários.


Das metas acordadas com a União, município cumpriu apenas uma

O governo federal cobra rapidez da Prefeitura de Belo Horizonte na execução das metas do programa "Crack, é possível vencer". O secretário nacional de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, garantiu que há verba em caixa para o cumprimento do programa e que a dificuldade está na capacidade do município para executar o que estava acordado desde 2012. “No ano passado, efetivamente, não houve nenhuma ação (de parte da PBH) e eu até entendo a demora, que é natural no primeiro ano de implantação do programa. Mas agora é preciso ganhar velocidade”, alertou. Foi uma resposta às informações da administração municipal, que alegou que faltava dinheiro para implantar a política de combate à dependência química da droga na capital.

Em matéria publicada pelo Estado de Minas em sua edição de sexta-feira, o secretário municipal de Saúde, Marcelo Teixeira, afirmou que a verba repassada pelo Ministério da Saúde a título de custeio de um Centro de Referência em Saúde Mental – Álcool e Drogas (Cersam-AD) gira em torno de R$ 75 mil mensais, o equivalente a 29% dos R$ 260 mil necessários para custear as despesas da unidade. “O programa é de livre adesão e seguimos o padrão brasileiro para estabelecer o custo dos profissionais de saúde, de acordo com a portaria nacional, que já era de conhecimento de todos”, rebateu Helvécio Magalhães.
Em nota, o Ministério da Saúde deixa claro que os valores repassados já eram conhecidos previamente pelos gestores da prefeitura e do estado. “Estamos querendo que esse plano seja efetivado. Temos a impressão de que, ao contrário do ano passado, este ano o plano de combate ao crack de BH, que já foi pactuado em 2012 e repactuado para 2013, será efetivado. Não é nenhuma imposição nossa, mas temos a expectativa de que vai acontecer, porque já houve um primeiro movimento”, afirma o secretário nacional de Atenção à Saúde, que se refere à inauguração do Cersam-AD da Região do Barreiro, no dia 22, primeiro ponto da lista a sair efetivamente do papel.

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