AUDIÊNCIA PÚBLICA: MILITAR DENUNCIA USO INDEVIDO DE VIATURA E É TRANSFERIDO POR DUAS VEZES

O bombeiro militar Cabo Paulo César Sampaio Mariz foi transferido por duas vezes, desde que denunciou a conduta do Cel BM Israel Marcos Rosa Pereira que fazia uso particular de viatura. Ao tentar fazer valer o que diz a legislação, dando transparência a suas funções, o militar começou a ser perseguido por seus superiores, sofrendo com constrangimentos e assédio moral.
Em razão dessa denúncia, o Deputado CABO JÚLIO solicitou audiência pública para discutir a transferência arbitrária e o assédio moral contra o militar. 
Conceito A+50
Em 2011, o Cabo BM exercia a função de auxiliar da divisão de inteligência da Corregedoria do Corpo de Bombeiros quando foi transferido pela primeira vez, após denunciar a ação do Coronel que agia em desacordo com o regulamento. 
Em um segundo caso de assédio moral, ele teve o pedido negado, quando foi solicitado para trabalhar como assessor de um parlamentar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O ofício resposta atribuiu a ele a condição de servidor "indolente que vive solicitando dispensas médicas", além de ter sido considerado "incapaz" para o serviço. "Nunca tive problemas psicológicos, apenas realizei uma cirurgia na coluna", desabafa o bombeiro. O militar salienta ainda que nunca foi comunicado disciplinarmente e que atualmente está no conceito A+50. 
Em razão das colocações depreciativas e ofensivas ao BM ele apresentou queixa contra o Cel BM Marcello Tadeu de Souza Brito, autor do ofício depreciativo contra o cabo. Para piorar a situação, ele foi novamente transferido, confirmando a perseguição. "Sou bombeiro militar há 15 anos e nunca recebi advertência, queixa, comunicação ou mesmo admoestação verbal. Tenho elogios individuais publicados e arquivados em minha pasta funcional", disse.
Para o Deputado CABO JÚLIO, ficou clara, que as perseguições contra o militar se referem ao fato de ele ter feito a denúncia por conduta ilegal praticada, de acordo com o ele, por autoridade da Corregedoria do Corpo de Bombeiros. "É uma flagrante demonstração de ameaça contra quem denuncia irregularidades na instituição", disse CABO JÚLIO.

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