Acusado de matar Cabo Amarildo volta para cadeia

“Timirim” foi preso depois de participar de uma audiência no Fórum de Ipatinga onde deparou com um pedido de prisão preventiva em aberto


Arquivo JVA

"Timirim" foi ao Fórum de Ipatinga participar de uma audiência e saiu preso por força de uma prisão preventiva
IPATINGA – Um dos principais envolvidos na morte de um cabo da Polícia Militar, Wesley Neves Santos Silva, de 26 anos, conhecido como Timirim, acabou sendo preso na tarde desta terça-feira (9) depois de participar de uma audiência no Fórum de Ipatinga. Ao chegar para a sessão, Timirim deparou com um pedido de prisão preventiva em aberto expedido pela juíza da 1ª Vara Criminal de Ipatinga, Ludmila Lins Grilo.

No dia 12 de junho passado, Wesley Neves teve o alvará de soltura concedido pela mesma juíza que acatou o pedido de revogação da prisão preventiva por excesso de prazo feito pelo seu advogado Eliseu Borges Brasil. À época, o promotor de justiça Bruno Jardini chegou a opinar pelo indeferimento do pedido, mas a magistrada também entendeu que houve excesso de prazo para que todas as testemunhas do caso pudessem ser ouvidas e concedeu o relaxamento da prisão.

PRESO
Timirim foi preso no dia 11 de fevereiro, em Córrego do Bom Jardim, zona rural de Raul Soares. Ele fugiu depois de supostamente ter participado do assassinado do Cabo Amarildo Pereira de Moura. Segundo a polícia, Wesley Neves teria planejado como mataria o policial cerca de três dias antes do crime. A principal motivação seria vingança. Durante três anos Timirim acusava o cabo Amarildo como pela morte do pai dele. Geraldo da Silva Pinto, um pintor que trabalhava há 26 anos na Prefeitura de Ipatinga, foi assassinado na rua Acácia, no Bairro Águas Claras. Geraldo era pai de nove filhos, entre eles o popular Timirim.

CABO AMARILDO
O Cabo da PM foi morto no dia 8 de fevereiro deste ano, em uma tocaia no bairro Águas Claras, em Santana do Paraíso. O policial foi encontrado com sete perfurações a bala, na avenida Girassol, em um trecho pouco habitado. Ainda permanecem presos pelo assassinato do cabo, Daniel Wattson da Costa, 18 anos, e Wesley Cândido Drummond, o “Caneco”, de 18 anos.
JVA

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários deixados no site são de inteira responsabilidade de quem escreve e as publica. Isentando assim de responsabilidade o autor/editor do site. Portanto, tenha responsabilidade com seu comentário!