PM é acusada de infiltrar policial sem farda em protesto

Vídeos e relatos publicados nas redes sociais nesta terça-feira (23) acusam a PM de ter infiltrado policiais sem farda em um protesto na noite de segunda no Rio para provocar tumulto.
O relações-públicas da Polícia Militar, coronel Frederico Caldas, se disse "enojado" com a acusação e afirmou que considera um absurdo imaginar que um policial possa agredir um colega.


O tumulto ocorreu depois de uma passeata que começou pacífica e ia até a sede do governo do Rio de Janeiro, onde o Papa Francisco recebeu as boas-vindas. Um confronto deixou cinco manifestantes e dois policiais militares feridos - um deles por um coquetel molotov. Todos os feridos já receberam alta e passam bem.
E a Polícia Militar foi criticada por ter prendido um integrante do Mídia Ninja, um grupo que transmite as manifestações pela internet.
 
Investigação
A comissão criada  pelo governo do Rio, na semana passada, para investigar os atos de vandalismo durante manifestações se reuniu pela primeira vez nesta terça. Representantes do Ministério Público e das polícias Civil e Militar decidiram que todas as informações (processos, fotos e videos) ficarão em uma única delegacia.

Mais cedo, o presidente da comissão, Eduardo Lima Neto, disse que vai denunciar Bruno Ferreira Teles por tentativa de homicídio. "Quem atira um coquetel, um explosivo contra uma multidão, contra a PM, contra seja quem for, está assumindo o risco de matar alguém."
G1

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