COMANDO DA PM DESTACA FALTA DE EFETIVO POLICIAL EM MINAS GERAIS

Chefe do Estado Maior da PM descarta 2º batalhão em Uberaba
Chefe do Estado Maior
Segundo subcomandante Estadual, corporação necessita de 8 mil policiais. Secretária adjunta de Defesa Social também reconhece problema. 
Durante a “Operação Impacto”, em Uberlândia, o subcomandante Estadual da Polícia Militar (PM), Coronel Divino Brito, ressaltou a falta policial no estado de Minas Gerais. De acordo com o coronel, a corporação necessita de 8 mil policiais para atender a demanda das cidades do estado.
A população também afirmou a necessidade de um maior efetivo. Apesar de aprovar a presença da polícia nas ruas, eles querem que esse tipo de ação faça parte da rotina, e não apenas em operações especiais. 
De acordo com o coronel, a corporação necessita de 8 mil policiais para atender a demanda das cidades do estado.
“Como estamos admitindo 3 mil policias agora, ainda ficamos com uma defasagem de 5 mil em todo o estado. Mas, nem por isso, nós diminuímos a qualidade do nosso serviço. Não é por ter mais ou menos homens e mulheres que deixaremos de trabalhar. Pelo contrário, estamos sempre motivados a dar a resposta que a sociedade merece”, afirmou o Coronel.
A operação ocorreu em várias cidades de Minas Gerais. Em Uberlândia, por exemplo, policiais trabalharam em mutirão em blitzen pelo município. “Essa é uma operação que visa coibir e principalmente prevenir diversos delitos, como roubos a transeuntes, roubo de veículos e tráfico de drogas, trânsito de armas”, explicou o comandante da 169ª Cia, capitão Ednaldo Andrade.
Já em outra barreira policial formada durante a “Operação Impacto”, foram apreendidos 55 tabletes de pasta base de cocaína.
A secretária adjunta de Defesa Social, Cássia Gontijo, também esteve na cidade para acompanhar o andamento da operação e reconheceu a falta de policiais. “Nosso desejo é tivéssemos policias suficientes para colocar o efetivo em todos os lugares. Mas nós também entendemos que, às vezes, não necessariamente a presença do policial é a única solução. Pelo contrário, nós podemos utilizar o efetivo que existe de uma forma mais planejada, como identificando aqueles lugares onde há uma incidência maior de crimes”, explicou.
FONTE: G1